» Cientistas defendem lei própria para regular atividade de pesquisa e inovação
» Capes e CNPq criam nova bolsa: "Jovens Talentos para a Ciência"
» 2012 - Ano Internacional das Cooperativas
» 6º Congresso Mundial de Juventude no Brasil em junho
» Cursos do Sebrae na CDL: inscrições abertas
» Edital premia boas práticas em sustentabilidade urbana

 

Destaques


Outras notícias

 

 

Notícias


Pesquisadora do ILTC opina sobre Inteligência Artificial nas doenças psicológicas

Sistema trata de fobias a fraudes

Robôs que falam, equipamentos que se movimentam com o pensamento humano e máquinas capazes de "pensar". Imagens como essas, típicas de filmes de ficção científica, traduzem apenas parte da realidade de uma área que ganhou notoriedade nos últimos anos: a IA (Inteligência Artificial).

"[O campo] era visto como a ciência de fazer máquinas inteligentes e, hoje, além disso, ele é a ciência de fazer com que máquinas aprendam algo para dar respostas efetivas", diz Lawrence Koo, professor de tecnologia e mídias sociais da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica).

Até o início dos anos 1950, a IA limitava-se ao meio acadêmico. Agora, áreas como marketing direto e análise de crédito têm inteligência artificial embutida, afirma.

Formado em ciência da computação, Nilson de Souza, 29, coordenador do núcleo de desenvolvimento da provedora de informações ZipCode, "treina" o sistema a priorizar informações de um banco com 400 mil dados que é disponibilizado a clientes.

O economista com especialização em gestão empresarial e inovação e MBA em varejo Pedro Egydio Rosa, 55, também está envolvido com inteligência artificial. Na área há dez anos, ele abastece o sistema da MoiP, empresa de segurança de pagamentos on-line, com dados sobre o mercado financeiro.

"Sem informação, [a ferramenta] não aprende a reconhecer uma fraude sozinha."

A multidisciplinaridade da IA favorece a participação de outras áreas nesse mercado.

"Qualquer setor de tecnologia de ponta que necessite de ferramentas para resolver problemas usa inteligência artificial", afirma Iara Vilela, psicóloga e pesquisadora do ILTC (Instituto de Lógica, Filosofia e Teoria da Ciência).

A profissional pesquisa a utilização de IA no tratamento de doenças psicológicas. A ideia é desenvolver jogos e softwares que "imitam" o comportamento humano e as respostas que ele dá a certas situações, como casos de fobias, para auxiliar pacientes.

Fonte: http://classificados.folha.com.br/empregos/1037496-sistema-trata-de-fobias-a-fraudes.shtmlCAMILA MENDONÇA - Folha.com

 

 

 

 

 

  Copyright © 2011 ILTC       Todos os direitos reservados.